terça-feira, 10 de agosto de 2010

Coragem - por Paulo Coelho.

"Se o que você está percorrendo é o caminho dos seus verdadeiros sonhos, comprometa-se com ele.

Não deixe a porta de saída aberta, através da desculpa: "Ainda não é bem isto que eu queria".

Esta frase guarda dentro dela a semente da derrota.
Assuma o seu caminho.mesmo que precise dar passos incertos, mesmo que saiba que pode fazer melhor o que está fazendo.

Se você aceitar suas possibilidades no presente, vai melhorar no futuro, mas se negar suas limitações, jamais se verá livre delas.
Enfrente seu caminho com coragem, não tenha medo da crítica dos outros.

E, sobretudo, não se deixe paralisar por sua própria crítica.
Deus estará sempre com você nas noites insones, e enxugará com seu amor
as lágrimas ocultas.

Deus é o Deus dos valentes. "

 Paulo Coelho

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Agenda Cultural - Agosto 2010 - Maringá / PR

Convite ao teatro: sextas-feiras às 21 horas

Teatro Barracão (R. Evaristo da Veiga)

Dia 06 - O BECO -Cia. Fantokids de Bonecos

Dias 13 e 20 - AS AVENTURAS DE OSWALDINHO - Cia. Palco

Dia 27 - ELETROENCEFALODRAMA - Cia. Palco


Convite à dança: quartas-feiras às 20h30

Teatro Reviver (Av. Juscelino Kubitschek)

Dias 04 e 25 - Dança do ventre - GRUPO ASAS DE ISIS DE DANÇA DO VENTRE

Dia 11 - CIA. DE DANÇA ELIZABET MORO

Dia 18 - MOSTRA DE DANÇA SILVIA MARIAH E PARCEIROS



Convite à música: quintas-feiras às 21 horas

 Auditório Luzamor (R. Néo Alves Martins, 1704)

Dia 05 - MIGUEL PROENÇA - Projeto Piano Brasil (Rio de Janeiro - RJ)

Dia 12 - SÓSTENES PEREIRA E GISELE NOVAES - Canto Sinop/ MT

Dia 19 - QUARTETO IGUAÇU - Curitiba/ PR

Dia 26 - FELIPE OLIVEIRA E YURI PINGO - Canto e piano Inglaterra e Maringá


Entrada franca. Informações: 044 3218-6100

Relacionando passado e presente.

Estive pensando a repeito das relações afetivas nos tempos modernos, ou melhor, pensando em como essas relações têm mudado de geração em geração.
Para começar o "tal do ficar". Quando essa moda surgiu foi uma polêmica enorme, muitos pais achavam um absurdo, entretanto, isso não empediu que a moda pegasse. E como pegou! Hoje, a condição para o início da maioria dos relacionamentos é o "ficar".
Nos tempos antigos muitos jovens se casavam sem conhecer realmente seus parceiros, sem saber se era o que esperavam e o principal, muitas
vezes não tinham o poder de escolha para uma decisão tão importante que pode resultar ou em uma vida extremamente felz ou extremamente frustrante. Então de certa forma a "moda do ficar" veio para mudar esse paradigma e acabou tornando a realidade de algumas uniões um pouco melhor. Mas, sempre existe um porém. É visível a grande bagunça que essa moda virou, jovens saem para festas e baladas e ficam com várias -eu disse várias- pessoas, pessoas estas que normalmente eles não conhecem e quase sempre não têm a oportunidade de conhecer após a noitada.
Muitos dizem que nos dias de hoje é praticamente impossível encontrar, na noite, uma pessoa legal e que queira um relacionamento sério. Não sei até que ponto isso é verdade, o que sei é que sou uma excessão a esta regra, pois encontrei uma pessoa maravilhosa em uma balada. Ficamos, conversamos quase que a noite toda, dançamos, rimos e no dia seguinte nos vimos e no outro dia também, no outro também e assim começamos um namoro de forma bastante simples e natural. Penso que é assim que deve ser, sempre!
As mulheres dizem que na balada os homens não querem nada sério e os homens dizem exatamente o contrário, então, não se pode tirar conclusões concretas. O que posso dizer com certeza é que o "ficar" poderia ser uma moda do mundo moderno utilizada de maneira mais sensata, a favor dos jovens, em prol do sucesso dos relacionamentos,dos casamentos, dos namoros, e não apenas como uma simples brincadeira, troca de salivas e de outras coisas mais...


sábado, 31 de julho de 2010

Expresse-se!




Vídeo que foi contemplado com o 3° lugar na categoria Experimental do FUA 2009 - Festival Universitário de Audio Visual.

EDIÇÃO E DIREÇÃO: Renan Cruz

Tolerância zero.

Até onde vai nosso grau de tolerância? Diáriamente toleramos a falta de educação das pessoas nas ruas, no trabalho, ao ser atendido em um estabelecimento comercial; toleramos o mau humor de pessoas frequentemente insatisfeitas; toleramos a corrupção na política e ficamos à espera de mudanças; toleramos as desigualdades presentes não só em nosso país mas em todo o mundo, onde existem poucos com tanto e muitos com tão pouco; toleramos uma geração que não valoriza a o patrimônio cultural de seu país e tem valores totalmente invertidos; toleramos a situação de viver a vida correndo, fazendo coisas por obrigação e não por paixão; toleramos o egoísmo, a fome, o preconceito... Até quando nosso grau de tolerância será tão elevado diante de problemas tão graves? Aprendi que devemos ser pacientes e tolerantes diante de obstáculos e defeitos alheios, entretanto, a esta altura do campeonato chego a pensar que a existência de pessoas tão tolerantes é a razão para o mundo estar de cabeça para baixo como está! Chego a pensar que é necessário colocar em prática um pouco daquele comportamento baseado na tolerância zero, pois talvez assim algumas coisas tão importantes não "passem despercebido" como tem acontecido até agora. Talvez assim essa tolerância exagerada se transforme em conciência e as pessoas se mobilizem a fazem algo diante dos problemas que passamos e que na maioria das vezes consideramos como coisas tão naturais.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Reconhecimento, uma questão de paradigmas

No trabalho, na escola, nas famílias, em todas atividades exercidas por um grupo de pessoas pode-se dizer que o que todos os indivíduos buscam seja o tão falado RECONHECIMENTO. Entretanto com o passar do tempo e a vivência de algumas experiências percebo que esta pode ser uma questão de paradigmas instalados no caráter e nos valores de cada um.
Estou lendo "O Monge e o Executivo" de James Hunter e em certo momento da história ele define de forma
simples e compreensível a palavra paradigma como, "padrões psicológicos, modelos ou mapas que usamos
para navegar na vida". Então o que isso tem a ver com reconhecimento? Tem tudo a ver! Uma pessoa reconhece a outra pelas atividades que faz ou atitudes que toma em determinadas situações, entretanto se os meus paradigmas são diferentes do de outras pessoas, consequentemente, não vamos dar o merecido reconhecimento de acordo com os mesmos valores e quesitos, ou seja, de acordo com os meus paradigmas certa pessoa merece meu reconhecimento e outra não, mas para você isso pode ser exatamente o oposto.
Por exemplo, dentro de uma empresa, escola ou qualquer ambiente de trabalho, algumas pessoas valorizam e reconhecem aqueles indivíduos que realmente contribuem para o desenvolvimento da organização, que trabalham diariamente pensando na coletividade; já outros valorizam e reconhecem aqueles que estão sempre "puxando o saco", protegendo um aqui, outro ali... enfim, são situações que todos conhecem e que constantemente acontecem. O que eu quero dizer é que de acordo com os meus valores um pessoa pode ser útil e deve ser valorizada por algumas caracteríscias mas para você, ou para outras pessoas essas características posssam ser outras. Desta forma a valorização e o reconhecimento dado a alguém vai depender muito dos valores e paradigmas de quem está julgando.
Escrevo isto, como que um desabafo diante de muitas coisas que tenho visto desde que comecei a trabalhar, e posso afimar, com certeza, que isso ocorre em diferentes tipos de instituições. Por isso, não se sinta chateado, triste ou menosprezado se não for reconhecido dentro de sua empresa, na sua escola ou universidade, ou até mesmo por pessoas queridas de sua família, afinal, reconhecimento pode ser uma questão de paradigmas.